[CONVERSA ABERTA] O que os jovens precisam que a escola ainda não sabe oferecer?
Uma conversa aberta sobre a complexidade do momento dos jovens e o que ele revela sobre a educação que nossos tempos nos chamam a cultivar.
![[CONVERSA ABERTA] O que os jovens precisam que a escola ainda não sabe oferecer?](https://static.wixstatic.com/media/62c487_21c52beb8d2846b188472f5426a33976~mv2.png/v1/fill/w_980,h_552,al_c,q_90,enc_auto/62c487_21c52beb8d2846b188472f5426a33976~mv2.png)
![[CONVERSA ABERTA] O que os jovens precisam que a escola ainda não sabe oferecer?](https://static.wixstatic.com/media/62c487_21c52beb8d2846b188472f5426a33976~mv2.png/v1/fill/w_980,h_552,al_c,q_90,enc_auto/62c487_21c52beb8d2846b188472f5426a33976~mv2.png)
Início e local
03 de jul. de 2026, 12:00 – 13:00
Zoom
Sobre o convite
Quem trabalha com educação hoje sente um certo descompasso.
Jovens mais sobrecarregados, mais desorientados, com menos interesse, menos senso de pertencimento, com poucas perspectivas de futuro.
E não é por falta de esforço dos educadores. Parece que as ferramentas atuais da educação não dão mais conta.
Algo essencial está sendo perdido entre o que a escola se esforça para oferecer enquanto preparação para a vida adulta, e o que de fato os jovens precisam para ser apoiados nessa travessia.
Essa tensão tem nos movido profundamente. No último ano temos buscado estar mais junto do contexto escolar, oferecendo oficinas, formações, criando amizades e parcerias com quem está nesta linha de frente — e somando forças a partir do que a pedagogia Schumacher pode contribuir.
Dessas vivências e relações, especialmente da parceria com a @passosconsultoria, surge o projeto de pesquisa "Educação, Juventudes e Complexidade — uma investigação fenomenológica".
Uma pesquisa que parte da escuta, da observação atenta, do entendimento do Ativismo Delicado de que antes de propor respostas precisamos aprender a ver com mais profundidade o que está vivo nessa experiência de ser jovem e ser educador na atualidade.
Convidamos vocês para essa conversa aberta, para ampliarmos coletivamente essas questões. Não para oferecer soluções — mas para criar um espaço onde educadores possam nomear o que estão vivendo, investigar juntos o que o momento pede, e perceber que não estão sozinhos nessa busca.
Ao final, compartilharemos também sobre os encontros presenciais em São Paulo e Recife, onde essa investigação se aprofundará com educadores de diferentes contextos, com a condução de Allan Kaplan e Sue Davidoff.
👉 Sexta, 3 de julho — 12h às 13h
💻 Online pelo Zoom · Gratuito
👩🏫Com Bia Tadema, Luiz Gabriel e Moema Cruz.
Registre-se gratuitamente neste link para receber o link do Zoom por e-mail.
Para quem é
Para quem trabalha com educação e sente que o momento atual dos jovens exige algo que ainda estamos aprendendo a oferecer:
Professoras e professores do Ensino Médio e da universidade;
Educadores populares e lideranças comunitárias;
Pessoas que atuam em espaços não formais de formação de jovens — em projetos sociais, culturais, ambientais.
Para quem acredita que educar é, antes de tudo, estar presente e atento à vida de quem aprende.
Sobre a Escola Schumacher Brasil
Uma educação que reconecta seres humanos e natureza. Desde 2014 criamos espaços de aprendizagem e pensamento de vanguarda, onde perguntas difíceis do nosso tempo são acolhidas, aprofundadas e transformadas em ações que respondem às crises contemporâneas. Nossa abordagem integra:
>Reconexão com a natureza, com o outro e consigo mesmo integralmente;
>Aprendizagem pela experiência de corpo, mente e coração;
>Diálogos entre saberes científicos, periféricos e ancestrais de vanguarda;
>Comunidade como catalisadora de transformação pessoal e coletiva;
>Ampliação da capacidade de percepção, reflexão e ação.
Sobre Bia Tadema
Beatriz é mestre em Economia para Transição pelo Schumacher College (Inglaterra), onde atuou como facilitadora em Ciência Holística e Economia Regenerativa. Atualmente, na Escola Schumacher Brasil, trabalha como professora, facilitadora e consultora.
Sua pesquisa busca ampliar a compreensão de momentos desafiadores na organização humana, por meio de práticas de escrita e observação fenomenológica.
Sobre Luiz Gabriel
Luiz é graduado e mestre em Engenharia Ambiental pela UFSC, atuando em educação ambiental desde 2010, com projetos em escolas, comunidades e formação de professores. Hoje, na Escola Schumacher Brasil, atua como professor, facilitador e diretor. Sua prática integra educação, arte e ecologia, incorporando a dança de forma transversal em sua atuação pedagógica por formas de estar no mundo mais atentas às relações.
Sobre Moema Cruz
Moema Cruz é mestra em Design pela UFPE, com pesquisa sobre a escola como organismo social estético, e atua como gestora na Escola Waldorf Rural Turmalina e como professora na formação em Pedagogia Waldorf. Também atua junto à PASSOS Consultoria em processos de desenvolvimento.
Sua prática articula formações em Pedagogia Waldorf, Prática Social Reflexiva e Teatro da Presença Social, conectando educação, arte e desenvolvimento humano.
