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PERCEBER: Do automatismo ao olhar vivo [CONVERSA ABERTA]

Conversa aberta sobre a importância de práticas de ampliação da capacidade de percepção. Aquecendo para a "Comunidade Confluência".

PERCEBER: Do automatismo ao olhar vivo [CONVERSA ABERTA]
PERCEBER: Do automatismo ao olhar vivo [CONVERSA ABERTA]

Início e local

11 de mai. de 2026, 20:00 – 21:30

Zoom

Sobre o convite

Você já sentiu que algo precisa mudar mas não enxerga a saída?


Uma causa que você se dedica sem transformação visível.

Um padrão de comportamento que insiste em se repetir.

Uma sensação de ser parte do problema, mesmo tentando resolvê-lo.


Talvez o problema não esteja na sua ação — mas na forma com que você percebe a situação.


Fomos educados a chegar nas situações com respostas prontas, a aplicar modelos e conceitos onde a vida pede atenção.


Nessa conversa aberta, @biatadema vai explorar o tema "PERCEBER: do automatismo ao olhar vivo" — inspirada na fenomenologia de Craig Holdrege, Allan Kaplan, Sue Davidoff e Patricia Shaw.


Como dizem Allan e Sue: é a observação e não a intervenção que desempenha um papel de cura no mundo.


Essas conversas abertas são um aquecimento para a Comunidade Confluência. Se quiser saber mais sobre ela, olha nosso último post!


🗓️ 11 de maio (segunda)

🕒 20h – 21h30 (SP)

💻 Online por Zoom · Gratuito


Quer participar?



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Sobre a Escola Schumacher Brasil


Uma educação que reconecta seres humanos e natureza. Desde 2014 criamos espaços de aprendizagem e pensamento de vanguarda, onde perguntas difíceis do nosso tempo são acolhidas, aprofundadas e transformadas em ações que respondem às crises contemporâneas. Nossa abordagem integra os seguintes fundamentos:

>Reconexão com a natureza, com o outro e consigo mesmo integralmente;

>Aprendizagem pela experiência de corpo, mente e coração;

>Diálogos entre saberes científicos, periféricos e ancestrais de vanguarda;

>Comunidade como catalisadora de transformação pessoal e coletiva;

>Ampliação da capacidade de percepção, reflexão e ação.


Sobre Bia Tadema


Beatriz é mestre em Economia para Transição pelo Schumacher College (Inglaterra), onde atuou como facilitadora em Ciência Holística e Economia Regenerativa. Atualmente, na Escola Schumacher Brasil, trabalha como professora, facilitadora e consultora.

Sua pesquisa busca ampliar a compreensão de momentos desafiadores na organização humana, por meio de práticas de escrita e observação fenomenológica.


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